Filharada e Poesia

Filharada – Roberto de Souza Rocha nasceu no Rio de Janeiro dia 2 de fevereiro de 1973 e tem oito filhos, três meninos e cinco meninas, cada qual de uma genetriz. Dayana, de 1996, é filha da advogada Izabel Cristina; Amanda, de 1998, é filha de Jucinéia de Oliveira; Suzana, 2000, é filha da cantora Kelly Key; Victor Hugo, de 1998, é filho de Roselma Severina de Souza; Ana Júlia, de 2007, é filha da mineira Neusimar Condensei; Bernardo, de 2011, é filho da modelo Fernanda Neiva; Matheus, de 2012, é filho de Jaqueline Blandy, Valentina, de 2011, é filha da advogada Glaucia Deneno.

Além deles, Roberto de Souza Rocha diz que é pai de Twelves e apareceu num vídeo, chorando, no dia em que Twelves fugiu de casa, onde tem babá particular, dorme numa cama de casal e tem alimentação caprichada, adora mingau de banana e pudim no café da manhã. Para felicidade de Roberto, Twelves foi encontrado no dia seguinte.

Foi com Twelves enrolado em seu pescoço que Roberto de Souza Rocha, cantor, compositor e ator, se apresentou no último réveillon e fez jus ao cachê cobrado por Latino, seu nome artístico.

Twelves deve ser filho adotivo e o Google não informa sua classificação zootaxonômica, mas é pequeno, “cabe” no pescoço do cantor e não se parece com o pai.

Nem posso estranhar a adoção porque conheci no Mato Grosso um casal, sócio de Walther Moreira Salles e David Rockefeller em imensa fazenda pantaneira, que adotou uma bugia.

Casal em segundas núpcias, gente da melhor aristocracia paulista, que trocou SP por MT, hoje MS, e tinha, só no entorno da sede, mais de 120 empregados. Já escrevi um ror de vezes sobre o casal e a fazenda, inclusivamente sobre a educação dada pelo fazendeiro aos seus netos de 8 a 12 anos.

Passando as férias com o avô, os meninos eram obrigados a pegar, lavar e arrear seus cavalos, quando havia 120 empregados zanzando por ali. Depois do banho noturno, os netos eram obrigados a secar o banheiro numa casa que contava com uma porção de empregadas uniformizadas, além de um garçom e um mordomo.

Quanto à bugia, era um transtorno, não há negá-lo. E suscitou comentário de um veterinário, numa noite em que jantei na fazenda. O ágape começou com uma sopa de aspargos e a bugia, chamada Gia, pegou um espargo da sopa do veterinário, que cruzou seus talheres.

A dona da casa, de vestido longo, cheia de joias, informou: “O senhor pode comer, que a Gia é muito limpinha”.

Constrangido, o veterinário explicou: “Minha senhora, na escola de Veterinária estudamos pouco sobre macacos, mas me lembro de uma aula em que aprendi sobre as doenças nas unhas dos primatas. E sua bugia tem essa doença”. Foi um tableau, como se diz em França.

 

Poesia – Quem passou pela vida em branca nuvem/ E em plácido repouso adormeceu;/ não postou a face no Face/ não foi hater, gamer, youtuber/ só passou pela vida, não viveu.