Países, Parentela, E-mail, João e Figuras

Países – Os 111 mil km2 de área da Libéria, 176 mil do Uruguai, 17.124 milhões da Rússia, 8.515 milhões do Brasil e outras discrepâncias demonstram que as desigualdades desbordam as rendas pessoais para abranger os países. A Catalunha tem 32 mil km2 de área. Separada da Espanha ainda será maior que dezenas de nações. Mônaco tem 1.95 km2 e o Vaticano 0,44 km2, enquanto a pujante Cingapura ou Singapura, com mais de 5 milhões de habitantes, não passa dos 716 kme tinha em 2014 renda per capita de US$ 56.112 (PIB nominal) e o 5º IDH do planeta.

Noruega, Austrália, Suíça e Países Baixos devem ter os quatro maiores IDHs, mas os cálculos variam de acordo com as fontes consultadas. De que vale o altíssimo IDH da Noruega se lhe faltam as figuras de Lea T e Pabllo Vittar?

Nascido no dia 1º de novembro de 1994 na cidade de São Luís, Maranhão, Pabllo Vittar foi registrado como Phabullo Rodrigues da Silva. É gêmeo dizigótico de Phamella. E o sujeito que fica procurando essas tolices no Google só pode ser um idiota completo.

 

Parentela – Parentes idosos só muito ricos,  sempre visitados pela parentalha sonhando com a herança. Idoso pobre tem mais é que dar o fora sem despesas para a família.

 

E-mail – Recebi de velho amigo o seguinte e-mail: “Quando caiu o muro de Berlim visitei a Alemanha com minha mulher, a convite do governo, assistido por guias cultos e com carro. Nossa experiência confirma o e-mail que você enviou.

Trens e metrôs realmente não têm catracas nem ninguém preocupado se você entrou sem pagar. Nos metrôs não me lembro, mas nos trens há cobradores durante a viagem.

O horário dos trens é medido em minutos. Não há taxis parados nos pontos, mas há pontos com telefone para você chamar o táxi.

Em Berlim, o guia, com o nosso carro parado num sinal, mostrou um careca num Mercedes antigo do nosso lado. Era o ministro da Fazenda indo para o trabalho. Não há carros do governo para o dia a dia, mas somente para as missões oficiais nas quais as autoridades são proibidas de usar seus próprios carros.

Nas autoestradas havia birutas indicando a direção e intensidade do vento nos locais com vento encanado. Quando, anos depois, moramos em Portugal e viajávamos nas férias dos miúdos a 140 km/h nas autoestradas alemãs, éramos ultrapassados pela maioria dos carros e das motocicletas.

Num trecho em obras, os carros, com muita distância, são dirigidos com cones, gradativamente, para as pistas da direita até a da extrema direita e todos passam pela obra sem nenhum problema, sem nenhum congestionamento.

Em toda a Comunidade Europeia só é permitido cobrar pedágio nas estradas que obedecem a especificações obrigatórias e somente quando há estradas alternativas sem pedágio. Noutras palavras: para ir do ponto A para o B a estrada com pedágio não pode ser a única.

Nas autoestradas há locais para descanso com parques para as crianças e locais para os cães; restaurantes e motéis (no sentido europeu). Há telefones para emergências e outros confortos.

O cuidado com o meio ambiente é enorme, lagos em que há limite para a potência dos motores de popa e noutros nem são permitidos motores, somente veleiros e barcos a remo.

O grande meio de transporte nos grandes centros é a bicicleta. Não há cidades grandes e praticamente todas são servidas por estrada de ferro, estrada de rodagem e rios navegáveis.

É outro mundo, outra gente, outra cultura, outra civilização”.

 

João – Interessante o programa GloboNews Literatura sobre Guimarães Rosa. Os acadêmicos atuais não se entendem sobre o melhor livro para iniciar o leitor no texto complexo do gênio cordisburguense. Ainda me lembro de cinco acadêmicos antigos, jantando lá em casa, comentando e gozando o texto do embaixador João que despontava na mídia. Como também me lembro das idas e vindas de portadores, entre o Itamaraty e o Globo, com as crônicas datilografadas pelo embaixador e compostas no jornal. Não havia um texto que não fizesse várias viagens entre o jornal e o Itamaraty, até que um diretor do jornal mandasse: “Publica assim mesmo”.

 

Figuras – A senhora Eliane Cantanhêde não é criança. Nascida no Rio de Janeiro há 65 anos, é avó de netos e estava dispensada de fazer, a esta altura do campeonato, uma tatuagem em seu braço direito.

O diretor do Fuvest, badalado vestibular paulista, foi entrevistado pela tevê de terno e gravata. Camisa social cor-de-rosa, gravata azul. Exuberante rabo de cavalo compunha o quadro televisionado.

Inúmeros casos de febre amarela em Mairiporã, a 39 quilômetros do centro de São Paulo. Em Mairiporã, a secretária municipal de Saúde, jovem morena, deve pesar 200 quilos. Obesidade mórbida não combina com saúde.

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