Hino

Hino – Ouviram do Ipiranga as margens plácidas, de um povo alegre o brado retumbante – Fora Temer! Fora Temer! – e o sol do orgulho LGTBI+ em raios fúlgidos brilhou nas tevês de um país grande e bobo.

Será que alguém parou para pensar na dupla que antecedeu ao Temer na presidência? Ou para tentar adivinhar aquele(a) que vem depois de Michel Miguel Elias Temer Lulia?

Sim, porque vosso país consegue eleger piores do que os muito ruins, explicando a bosta que aí está e, ao que tudo indica, serve de orgulho para o planeta LGTBI+, que agora tem o + = mais.

Cantos solenes em honra da pátria e/ou de seus defensores, os hinos de diversos países têm sido tocados e cantados antes das partidas amistosas realizadas por diversas seleções nacionais. Alguns são bonitos, outros são normais, muitos são feios e sua “musicalidade” nem sempre congemina com o futebol praticado pelas respectivas seleções, que oscila bastante.

Basta lembrar que a seleção da Áustria não foi classificada para a Copa e só passou a jogar bom futebol depois de contratar o técnico alemão Franco Foda, apesar do pleonasmo, considerando que foda só é boa quando franca.

Domingo que vem a seleção de Tite enfrentará a seleção de Foda em partida amistosa, ainda aí compatível com o técnico nascido na Mogúncia, pois a foda deve ser amistosa. Caso contrário é estupro e, como tal, crime, como criminoso é o texto de um idoso que, sem outros quefazeres, se mete a fazer gracinhas com o sobrenome de um treinador alemão.