Junho

Junho – Composto de 30 dias, aí temos o sexto mês do ano civil nos calendários juliano e gregoriano. Com ele e julho, o mês que vem, temos as festas juninas e julinas, espetáculos deprimentes que alcançaram o suprassumo da imbecildade e do ridículo no festar promovido pelo casal Lula da Silva na Granja do Torto, em Brasília, DF.

Juninas, julinas & caipiras são festas injustificáveis para maiores de 12 anos. Nas festas da Granja do Torto, o Brasil assistiu ao desfilar das chamadas altas autoridades da República. Foi um negócio de envergonhar um continente.

Ministros fantasiados de palhaços, presidente e primeira-dama idem, como se os ruralistas brasileiros se vestissem de jecas nas datas festivas.

Vizinho de um seminário normalmente silencioso tenho ouvido os efeitos juninos na instituição educacional onde se formam os eclesiásticos e muitos bandidos como aquele Gilberto Carvalho, ministro do Lula. A bem da verdade, o som do “meu” não chega aos pés da criminosa barulheira dos pancadões paulistanos, mas é suficiente para agitar um recanto normalmente tranquilo. E não passa das 10 da noite.

Por mal dos pecados, os “artistas” não entoam o maravilhoso canto gregoriano dos beneditinos do Rio, mas uma mistura de MPB mal-ajambrada com as hoje inevitáveis guitarras elétricas. É também possível que os acordeões deem o ar da sua falta de graça. De longe não dá para ver.  Em menino fui vítima da onda acordeonista que assolou o Rio. Não havia senhora das boas famílias que não estudasse acordeão, que não tocasse acordeão: um pavor.

No mais, temos em Singapura o encontro dos penteados do século. É difícil eleger o mais ridículo.