Diversos

Diversos – Economistas e jornalistas que vivem falando de emprego e desemprego com carteira assinada são muito divertidos. Em França, nos Estados Unidos, na Austrália e em muitos outros países nada inferiores ao nosso, pelo critério da carteira assinada o desemprego é de 100%. Por quê? Ora, porque neles não existem carteiras assinadas.

Mudando de um polo ao outro, nos primeiros 20 minutos do jogo contra o México vi as coisas malparadas. Quando o Brasil inteiro pedia que o nome da abjeta novela fosse trocado para “Deus salve o Ney”, o time se ajeitou e acabou vencendo o pessoal que usa aqueles chapéus ridículos. Hector Herrera, o número 16 do México, deve ser ótima pessoa, excelente chefe de família e é jogador razoável, mas feio pra dedéu.

Agora, nosso negócio é encarar a Bélgica, que conseguiu levar dois gols do Japão, antes de decidir o prélio no último segundo. Seleção que leva dois gols do Japão não é imbatível.

Espantosa, na Copa de 18, é a pontualidade dos russos. Todos os jogos começam rigorosamente nos horários previstos.

Chegou a hora do meu “jantar”, que se resume a um pequeno prato de mamão em pedaços e um monte de remédios. Tchau e bênção procês todos.