Fatos

Fatos – O português e o candidato Jair  Bolsonaro dividem o ódio da mídia. Programas inteiros ofendendo a dupla. Reportando a prisão de motoristas de táxi organizados em milícia para agredir os motoristas da Uber, jovem repórter informou ao vivo do aeroporto do Galeão, no Rio, dia 28 de setembro: “Dezesseis pessoas viraram réis”.

Tomei um susto com a notícia de pessoas transformadas na antiga base unitária dos meios circulantes português e brasileiro, em que as cédulas eram múltiplas e as moedas frações de mil réis, mas logo depois, na mesmíssima GloboNews, o analista eleitoral que só diz subzídio e tárdiamente foi mais longe demolindo o verbo construir: “Vamos dizer que constroa…”.

Portanto, fique o leitor de blogues ciente de que não há dinheiro na praça para comprar os imóveis que o governo constroa. E o cavalheiro passa o dia inteiro na telinha.

Tim Cook, CEO da Apple, acorda diariamente às 3h45. Deve encher os sacos dos seus assessores a partir das quatro da matina. Acordo pouco depois, geralmente antes das cinco, e fico procurando programas na tevê, som baixíssimo para não chatear a vizinhança.

Jaqueline Brazil, macérrima, loura, bonita, faz a previsão do tempo em três programas: Hora Um, Em Ponto e Bom Dia Brasil. Deve acordar duas horas antes de Tim Cook para conversas com os meteorologistas e repassar  o que lhe foi dito. Não acerta uma, tadinha da lourinha.

Domingo que vem temos eleições. E tem gente que continua acreditando nas urnas eletrônicas, enquanto os hackers do mundo inteiro invadem sistemas supostos de ser os mais seguros do mesmo planeta.