Faxina

Faxina – No blog de sexta-feira passada, 5 de outubro, escrevi: “E hoje é o último dia, neste décimo mês do ano civil nos calendários juliano e gregoriano, em que converso com o caro e preclaro leitor. Há nuvens simpáticas no céu eleitoral. Aguardemos os resultados de domingo próximo, sétimo dia do décimo mês de 2018. Terça-feira próxima, dia 9, será possível analisar os resultados no país inteiro para constatar se algo bom aconteceu aqui ou ali, eventualmente acolá”.

Na barafunda que aprontei, duas leitoras instruídas acharam que o idoso philosopho estava saindo de férias. Na verdade, pretendi escrever “hoje é o último dia DESTA SEMANA” e o texto barafustou no terreno da ininteligibilidade. Peço desculpas e festejo a faxina eleitoral de ontem.

Dilma Rousseff, a Búlgara, seu velho amigo e parceiro Fernando Damatta Pimentel, o Lindebergh inventado na Baixada Fluminense voltando à rede de esgotos. Com eles o pai do Supla, um idiota que vestiu calcinha vermelha por cima da calça do terno azul para ser fotografado quando ainda senador da República, depois de corneado pela mãe do Supla, que o trocou por um vigarista internacional.