Ministra e Entrevistas

Ministra – A imprensa brasileira adora confundir pulicídeos com proboscídeos, esquecida de que as primeiras têm peso irrelevante, enquanto os segundos podem pesar até 7,5 toneladas.

No que respeita à senhora Cristiane Brasil Francisco, que talvez assuma o ministério do Trabalho, a imprensa preocupou-se com a pulga e não viu o elefante. A pulga é a história de não assinar a carteira de dois empregados, probleminha resolvido na Justiça, enquanto o elefante é aquele vestido estampado com o “rosto” de uma onça pintada, roupa e estampa que inabilitam qualquer senhora para ocupar um posto num ministério. Vestido que, no máximo, pode ser exibido num bloco de rua do carnaval de Petrópolis, RJ, cidade natal da deputada federal.

 

Entrevistas – O mundo adora ser entrevistado na tevê. Não sei como são as entrevistas na Noruega, mas num país grande e bobo são de lascar. Povo feio, explicações idiotas, uma tristeza.

Noticiado o fato de o estado de São Paulo multar, por excesso de velocidade, 10 veículos por minuto, recorro à calculadora chinesa de 40 reais para descobrir que um dia tem 1.440 minutos. Aí, você multiplica por 365 dias e a chinesa informa que o ano tem 525.600 minutos.

Dez multas por minuto e o negócio passa dos cinco milhões de multas/ano, número impressionante agravado pela entrevista de ilustre advogado da OAB-SP.

O insigne causídico, eleito por seus pares da OAB-SP, foi admirável. Criada em 22 de janeiro de 1932, a Seção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB SP) vem contribuindo, ao longo de sua história, para consolidar as instituições democráticas e a cidadania no País, dando fiel cumprimento ao artigo 44 do Estatuto da Advocacia e a OAB – Lei Federal 8.906/94: “defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático de Direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas”. No desempenho de sua função institucional, a OAB promove, com exclusividade, a representação, defesa, seleção e disciplina dos advogados.

E consegue explicar cinco milhões de multas de trânsito por excesso de velocidade: “…pela ausência da presença da Polícia Militar fardada”. Ausência da presença: constatação admirável! E a culpa, como sempre, é da Polícia Militar.

Em princípio, todo advogado é insigne. Se eleito por seus pares para a OAB, fica impossível. Entrevistado, mostra que é insigne/ficante.

Arte e Assédio

Arte – Jus est ars boni et aequi: O Direito é a arte do bem e do justo. Arte é mais difícil de explicar. No Houaiss você encontra 22 acepções e 34 locuções para o verbete “arte”, começando: “habilidade ou disposição dirigida para a execução de uma finalidade prática ou teórica, realizada de forma consciente, controlada e raciona; conjunto de meios e procedimentos através dos quais é possível a obtenção de finalidades práticas ou a produção de objetos; técnica”.

Resumindo, parece texto do poeta, escritor, romancista, ensaísta e tradutor Marco Lucchesi, presidente da Academia Brasileira de Letras, nascido no Rio de Janeiro há 54 anos, que fala uma infinidade de idiomas ocidentais e orientais, é casado com a psicanalista Constança Hertz e escreve num português muito elogiado, porque ininteligível.

As discussões sobre “arte”, velhas de vários séculos, são muito divertidas. Lucchesi, nos seus melhores dias, explicará em sânscrito ou em grego clássico o porquê de um homem nu, deitado para ser apalpado pelas crianças que visitam uma exposição, é considerado “arte”, enquanto noutras condições pode ser confundido com pedofilia.

Cadeiras enfileiradas numa calçada tanto podem ser arte, como podem ser providência de pobres coitados para descansar e marcar seus lugares durante cinco, seis dias, esperando matricular seus filhos numa escola próxima de suas casas.

Arte abstrata, arte concreta, arte figurativa, arte moderna, arte plumária, arte rupestre e as mais que v. queira listar podem ser divididas, como faz Donald Trump com os países, em duas categorias: arte e merda.

 

Assédio – Depois de ler quase tudo que se publicou na imprensa sobre assédio sexual parei de cumprimentar senhoras e senhoritas com o “Bom dia” recomendado pela educação que me deram. Boa tarde, então, é cumprimento típico de quem assedia com a sugestão de sexo vespertino em motel. E boa noite consegue ser mais grave.

Noite dessas, conhecida apresentadora de tevê, que oscila entre a jabiraca e o bucho sem deixar de ser um canhão e um estafermo, criticava o assédio sexual como se existisse no planeta um assediador capaz de molestá-la.

Depois de se envolver num episódio lésbico em que ficou mal da fita e na tevê, abandonada pela parceira depois de três meses, a referida senhora deveria ficar calada em questões sexuais.

Países, Parentela, E-mail, João e Figuras

Países – Os 111 mil km2 de área da Libéria, 176 mil do Uruguai, 17.124 milhões da Rússia, 8.515 milhões do Brasil e outras discrepâncias demonstram que as desigualdades desbordam as rendas pessoais para abranger os países. A Catalunha tem 32 mil km2 de área. Separada da Espanha ainda será maior que dezenas de nações. Mônaco tem 1.95 km2 e o Vaticano 0,44 km2, enquanto a pujante Cingapura ou Singapura, com mais de 5 milhões de habitantes, não passa dos 716 kme tinha em 2014 renda per capita de US$ 56.112 (PIB nominal) e o 5º IDH do planeta.

Noruega, Austrália, Suíça e Países Baixos devem ter os quatro maiores IDHs, mas os cálculos variam de acordo com as fontes consultadas. De que vale o altíssimo IDH da Noruega se lhe faltam as figuras de Lea T e Pabllo Vittar?

Nascido no dia 1º de novembro de 1994 na cidade de São Luís, Maranhão, Pabllo Vittar foi registrado como Phabullo Rodrigues da Silva. É gêmeo dizigótico de Phamella. E o sujeito que fica procurando essas tolices no Google só pode ser um idiota completo.

 

Parentela – Parentes idosos só muito ricos,  sempre visitados pela parentalha sonhando com a herança. Idoso pobre tem mais é que dar o fora sem despesas para a família.

 

E-mail – Recebi de velho amigo o seguinte e-mail: “Quando caiu o muro de Berlim visitei a Alemanha com minha mulher, a convite do governo, assistido por guias cultos e com carro. Nossa experiência confirma o e-mail que você enviou.

Trens e metrôs realmente não têm catracas nem ninguém preocupado se você entrou sem pagar. Nos metrôs não me lembro, mas nos trens há cobradores durante a viagem.

O horário dos trens é medido em minutos. Não há taxis parados nos pontos, mas há pontos com telefone para você chamar o táxi.

Em Berlim, o guia, com o nosso carro parado num sinal, mostrou um careca num Mercedes antigo do nosso lado. Era o ministro da Fazenda indo para o trabalho. Não há carros do governo para o dia a dia, mas somente para as missões oficiais nas quais as autoridades são proibidas de usar seus próprios carros.

Nas autoestradas havia birutas indicando a direção e intensidade do vento nos locais com vento encanado. Quando, anos depois, moramos em Portugal e viajávamos nas férias dos miúdos a 140 km/h nas autoestradas alemãs, éramos ultrapassados pela maioria dos carros e das motocicletas.

Num trecho em obras, os carros, com muita distância, são dirigidos com cones, gradativamente, para as pistas da direita até a da extrema direita e todos passam pela obra sem nenhum problema, sem nenhum congestionamento.

Em toda a Comunidade Europeia só é permitido cobrar pedágio nas estradas que obedecem a especificações obrigatórias e somente quando há estradas alternativas sem pedágio. Noutras palavras: para ir do ponto A para o B a estrada com pedágio não pode ser a única.

Nas autoestradas há locais para descanso com parques para as crianças e locais para os cães; restaurantes e motéis (no sentido europeu). Há telefones para emergências e outros confortos.

O cuidado com o meio ambiente é enorme, lagos em que há limite para a potência dos motores de popa e noutros nem são permitidos motores, somente veleiros e barcos a remo.

O grande meio de transporte nos grandes centros é a bicicleta. Não há cidades grandes e praticamente todas são servidas por estrada de ferro, estrada de rodagem e rios navegáveis.

É outro mundo, outra gente, outra cultura, outra civilização”.

 

João – Interessante o programa GloboNews Literatura sobre Guimarães Rosa. Os acadêmicos atuais não se entendem sobre o melhor livro para iniciar o leitor no texto complexo do gênio cordisburguense. Ainda me lembro de cinco acadêmicos antigos, jantando lá em casa, comentando e gozando o texto do embaixador João que despontava na mídia. Como também me lembro das idas e vindas de portadores, entre o Itamaraty e o Globo, com as crônicas datilografadas pelo embaixador e compostas no jornal. Não havia um texto que não fizesse várias viagens entre o jornal e o Itamaraty, até que um diretor do jornal mandasse: “Publica assim mesmo”.

 

Figuras – A senhora Eliane Cantanhêde não é criança. Nascida no Rio de Janeiro há 65 anos, é avó de netos e estava dispensada de fazer, a esta altura do campeonato, uma tatuagem em seu braço direito.

O diretor do Fuvest, badalado vestibular paulista, foi entrevistado pela tevê de terno e gravata. Camisa social cor-de-rosa, gravata azul. Exuberante rabo de cavalo compunha o quadro televisionado.

Inúmeros casos de febre amarela em Mairiporã, a 39 quilômetros do centro de São Paulo. Em Mairiporã, a secretária municipal de Saúde, jovem morena, deve pesar 200 quilos. Obesidade mórbida não combina com saúde.

Falo, Glória e Fuinha

Falo – A GloboNews vive implorando: “Fale com a GloboNews”. Obediente, falo, do verbo falar. Pudico, sou incapaz de cometer um suelto sobre o falo, do latim phallus,i ‘figura que representava as partes sexuais do homem e que, nas festas de Baco, levava-se como símbolo da geração’, do grego phallós,ou ‘pênis’.

Falofórias, substantivo feminino plural, na Grécia antiga eram as festas pagãs em honra do falo, cuja imagem era carregada em procissão mostrando que os gregos antigos também pensavam bobagens.

Com a GloboNews falo que estou sentindo saudades de Bete né? Pacheco né?, substituída por um sujeito chamado Cadu Novaes, que tem péssima dicção, voz desagradável e se veste mal.

Falo da cunhada que arranchou no Estúdio i com seus belos cabelos e sua falta de ideias, quase diariamente na bancada que lhe deve render alguns caraminguás mensais. Cunhada porque irmã de Patrícia Kogut, esposa de Ali Kamel desde 2002, o diretor-geral da tevê.

Casada com o professor Thomas Yaron Levin, Sandra Kogut, a cunhada, é cineasta nascida no Rio em 1965, morou na França e nos Estados Unidos, foi várias vezes premiada por seus filmes e é avara de suas ideias.

Quanto ao Estúdio i, continua naquele cenário de mesas vermelhas e profusão de pés de alumínio, que fulgura como o mais feio e idiota da televisão mundial.

 

Glória! – Minas, que não tem mar, passou a ter surfe, prática esportiva que consiste em deslizar sobre prancha na crista de uma onda até a beira-mar ou passar por baixo ou por dentro dela.

Vi na tevê que os surfistas mineiros inventaram o wakesurf e fui ao tradutor Google para descobrir que wake, em inglês, pode significar “o rasto de um navio”. O fato é que um dispositivo de ferro pregado no casco da lancha faz que uma onda seja formada atrás da embarcação e permite que os esportistas surfem nos lagos mineiros. A partir daí, a rapaziada faz coisas do arco-da-velha.

 

Fuinha – Marcos Pereira, presidente do PRB, demitiu-se do ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para fazer campanha no Espírito Santo. Importantíssimo, esse ministério atende por diversos nomes conforme a fonte consultada.

Nascido em Linhares, Marcos Antônio Pereira é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus. Não existe a figura do “bispo licenciado”: ou o sujeito é bispo, ou foi bispo. O verbo bispar, em nosso idioma desde 1527, entre outras acepções tem a seguinte: “tomar para si (o que é de outrem); furtar, afanar”.

Marcos Antônio tem cara de fuinha, na acepção que antiga do substantivo: titica, pessoa insignificante, joão-ninguém. O tipo do ministro à altura de um país que ocupa o 112º lugar no ranking do saneamento básico mundial.

E foi ministro do ministério de Temer, que teve Geddel e tem um ministro filho e irmão de cavalheiros que passaram o réveillon na cadeia. É tanta bandalheira, tanta corrupção, que um fuinha como o bispo da Iurd passa batido e balas caem dos céus paulistanos e cariocas. Em São Paulo, uma bala de revólver 38 matou um menino; no Rio, uma bala de fuzil AK-47 alojou-se no pé de uma jornalista que festejava a entrada de 2018 no terraço de seu apartamento.

Clima que propicia as críticas do Ratinho à Globo: “Tem muito viado”. Depois, tentando se explicar pela ofensa aos gays: “Gosto muito deles, Estava vendo as novelas da Globo. Temos que olhar a concorrência. Mas a Globo colocou viado até em filme de cangaceiro. Naquele tempo não tinha viado. É muito viado. Não sei o que está acontecendo. Não tem tanto viado assim”.

Ratinho, codinome do Sr. Carlos Roberto Massa, apresentador de tevê, empresário, humorista, radialista e político brasileiro nascido em Águas de Lindóia, SP, no ano de 1956, não entende a viadagem que sempre saltitou no planeta. Novidade histórica é a televisão, veículo em que brilha o Sr. Massa.

Filharada e Poesia

Filharada – Roberto de Souza Rocha nasceu no Rio de Janeiro dia 2 de fevereiro de 1973 e tem oito filhos, três meninos e cinco meninas, cada qual de uma genetriz. Dayana, de 1996, é filha da advogada Izabel Cristina; Amanda, de 1998, é filha de Jucinéia de Oliveira; Suzana, 2000, é filha da cantora Kelly Key; Victor Hugo, de 1998, é filho de Roselma Severina de Souza; Ana Júlia, de 2007, é filha da mineira Neusimar Condensei; Bernardo, de 2011, é filho da modelo Fernanda Neiva; Matheus, de 2012, é filho de Jaqueline Blandy, Valentina, de 2011, é filha da advogada Glaucia Deneno.

Além deles, Roberto de Souza Rocha diz que é pai de Twelves e apareceu num vídeo, chorando, no dia em que Twelves fugiu de casa, onde tem babá particular, dorme numa cama de casal e tem alimentação caprichada, adora mingau de banana e pudim no café da manhã. Para felicidade de Roberto, Twelves foi encontrado no dia seguinte.

Foi com Twelves enrolado em seu pescoço que Roberto de Souza Rocha, cantor, compositor e ator, se apresentou no último réveillon e fez jus ao cachê cobrado por Latino, seu nome artístico.

Twelves deve ser filho adotivo e o Google não informa sua classificação zootaxonômica, mas é pequeno, “cabe” no pescoço do cantor e não se parece com o pai.

Nem posso estranhar a adoção porque conheci no Mato Grosso um casal, sócio de Walther Moreira Salles e David Rockefeller em imensa fazenda pantaneira, que adotou uma bugia.

Casal em segundas núpcias, gente da melhor aristocracia paulista, que trocou SP por MT, hoje MS, e tinha, só no entorno da sede, mais de 120 empregados. Já escrevi um ror de vezes sobre o casal e a fazenda, inclusivamente sobre a educação dada pelo fazendeiro aos seus netos de 8 a 12 anos.

Passando as férias com o avô, os meninos eram obrigados a pegar, lavar e arrear seus cavalos, quando havia 120 empregados zanzando por ali. Depois do banho noturno, os netos eram obrigados a secar o banheiro numa casa que contava com uma porção de empregadas uniformizadas, além de um garçom e um mordomo.

Quanto à bugia, era um transtorno, não há negá-lo. E suscitou comentário de um veterinário, numa noite em que jantei na fazenda. O ágape começou com uma sopa de aspargos e a bugia, chamada Gia, pegou um espargo da sopa do veterinário, que cruzou seus talheres.

A dona da casa, de vestido longo, cheia de joias, informou: “O senhor pode comer, que a Gia é muito limpinha”.

Constrangido, o veterinário explicou: “Minha senhora, na escola de Veterinária estudamos pouco sobre macacos, mas me lembro de uma aula em que aprendi sobre as doenças nas unhas dos primatas. E sua bugia tem essa doença”. Foi um tableau, como se diz em França.

 

Poesia – Quem passou pela vida em branca nuvem/ E em plácido repouso adormeceu;/ não postou a face no Face/ não foi hater, gamer, youtuber/ só passou pela vida, não viveu.

Estupros, Ad subjiciendum, Libéria, Exagero e Vestibular

Estupros – Monarquia constitucional, área de 449 mil km2, cerca de 9 milhões e 500 mil habitantes, idioma oficial sueco, idiomas minoritários finlandês, meänkieli, lapão, romani e iídiche –  a Suécia pisou na bola ao dizer que sexo sem consentimento verbal será considerado estupro.

Segundo a vice-primeira-ministra Isabelle Lovin, a recente onda de denúncias de assédio sexual nos Estados Unidos, simbolizada na campanha #Me Too (eu também), mostra que há necessidade de mudar a lei sueca para exigir que as pessoas deem um consentimento claro antes de qualquer ato sexual, permissão em sueco, finlandês, meänkieli, lapão, romani ou iídiche.

Brasileiras residentes na Suécia, presumo, podem consentir em português. Botar em sueco é att sätta, em finlandês é laittaa, em norueguês é a sette, o que não implica botar sete vezes, proeza que requer juventude, entusiasmo e clima quente. O “a” de a sette tem uma bolinha em cima, que não encontro aqui no computador.

Se a vice-primeira-ministra Isabelle Lovin me permitir um palpite, ficará sabendo que o consentimento verbal é insuficiente. Para ficar nos conformes, o sexo na Suécia deve exigir documento passado em cartório com duas testemunhas e firmas reconhecidas.

Sem firmas reconhecidas, toda trepada soa como estupro.

 

Ad subjiciendum – Se é mesmo verdade que o ministro Gilmar Ferreira Mendes já teve duas ou três esposas, e que a doutora Samantha estaria separada dele há 12 anos, enquanto o filho e sócio no Instituto Brasiliense de Direito Público, Francisco Schertel Ferreira Mendes, dedica um dos seus trabalhos a sua mãe Rosa, sou levado a acreditar que dona Rosa tenha sido outra mulher do ilustre ministro, que distribui habeas corpus domésticos com a mesma facilidade usada para soltar bandidos de todos os escalões.

Habeas corpus é uma garantia constitucional em favor de quem sofre violência ou ameaça de constrangimento ilegal na sua liberdade de locomoção, por parte de autoridade legítima. Etimologicamente significa, em latim, “Que tenhas o teu corpo” (a expressão completa é habeas corpus ad subjiciendum).

O tradutor Google informa que subjiciendum é latim e significa, em português, francês e zulu, subjiciendum. Fiquei na mesma, mas procurei ad subjiciendum e descobri que em italiano é sottomettere, que em português é submeter. 

 

Libéria – George Tawlon Manneh Oppong Ousman Weah, 51 anos, atuou por diversos times europeus, entre os quais o PSG, o Milan e o Manchester City, foi eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo em 1955 e vem de ser eleito presidente da República da Libéria, país de 111 mil km2, cerca de 4 milhões de habitantes, que tem o inglês como idioma oficial. O Uruguai tem 176 mil km2.

A história da Libéria é muito interessante e merece leitura na Wikipédia, mas quero falar do maravilhoso precedente representado pela eleição de George Weah. O Brasil tem milhares de ex-jogadores, que não foram craques como Weah, mas seriam presidentes mil vezes melhores que Lula e Dilma.

 

Exagero – Faz tempo que admiro a baiana Ivete Maria Dias de Sangalo Cady, 1,77m, natural de Juazeiro, nascida em maio de 1972, senhora Daniel Cady desde 2011. Junto comigo, a cantora, compositora, atriz, produtora musical e empresária tem milhões de admiradores.

Contudo, acho que a exposição de sua imensa barriga, grávida de gêmeas, no réveillon soteropolitano, foi um exagero. Pegou mal.

 

Vestibular – Difícil, mesmo, deve ser o vestibular gaúcho. No GloboNews do meio-dia de domingo, a apresentadora informou: “Cerca de quatro mil candidatos disputarão as 34 mil vagas no vestibular da Federal do Rio Grande do Sul”.

MagisCultura, Amigos e Algoritmo

MagisCultura – Editada pela Amagis, Associação de Magistrados Mineiros, a revista MagisCultura Mineira, de setembro de 2017, deu-me bons momentos de leitura com os textos de Gutemberg da Mota e Silva, desembargador do TJMG aposentado, e de Rogério Medeiros Garcia de Lima, desembargador do TJMG, meu bom amigo.

O TJMG tem gente de primeiríssima qualidade não só entre os desembargadores como também no seu corpo funcional. Nada tem de parecido com o TJRJ, que frequentei muitos anos atrás e tinha duas alas: a boa e a barra-pesada. Bota pesada nisso, bandidos togados de variada natureza, um dos quais expulsei da fazenda trirriense, aos berros, quando lá esteve de motorista e carro oficial para me propor negócio indecoroso. Um de seus filhos é figurinha fácil nas colunas sociais do Rio.

João Pinheiro Neto, no livro “Pedro e Domitila: Amor em tempo de paixão”, caprichou: “Certo estava o arguto Chalaça, senhor de agudo filosofar, quando retirava de suas lembranças o oportuno dito: “Uma boceta bem administrada vale mais do que uma paróquia”. Frase repetida pelo cônego Olímpio de Melo (1886-1977), prefeito do Rio de Janeiro de abril de 1936 a julho de 1937,  que almoçava na velha sede do Jockey Club e fazia o quilo na imensa calçada da Avenida Almirante Barroso, as mãos enfiadas na faixa da batina cinzenta, cercado de sujeitos encantados com o seu filosofar.

Quando viu descer de imenso carro um advogado ligado ao desembargador que expulsei da fazenda, depois que o motorista enluvado rodeou o carro e abriu a porta para o patrão, o cônego Olimpio de Melo recorreu à frase da boceta bem administrada, pois a mulher do advogado dava para o presidente do Banco do Brasil.

Na revista da Amagis, Gutemberg produziu delicioso texto sobre Eça de Queiroz, enquanto Rogério nos deu o não menos delicioso “Borges, o mago portenho amante dos livros”. Rogério Medeiros Garcia de Lima conheceu a Argentina em 2004 e se apaixonou por Buenos Aires, recomendando: “Esqueçam as rixas do futebol e aprendam o caminho de Buenos Aires. É o caminho dos sonhos”. A partir daí, temos a história de Jorge Luís Borges, sua obra e seu amor pelos livros.

O pai de Borges, Jorge Guillermo Borges, era escritor, e do tipo mais perigoso: um escritor fracassado. Vesti a carapuça.

No trabalho de Mota e Silva aprendi que o pai do Eça nasceu no Brasil e o avô, exilado, foi desembargador no Rio, novidade absoluta para um sujeito metido a eciano, como este que vai parando por aqui.

 

Amigos – Tive e tenho amigos originais, no sentido de indivíduos cujas inteligências e procedimentos têm características próprias, que diferem das pessoas comuns.

É normal que um mineiro passe o Natal com o filho residente no estado de Oregon, costa oeste dos Estados Unidos, vizinho da Califórnia, mas é espantoso o fato de o mesmo mineiro, voltando a Belo Horizonte depois do Natal, enviar duas caixas de excelentes charutos dominicanos, comprados no Oregon, ao amigo residente em Juiz de Fora, cidade-polo da Zona da Mata de Minas.

Em três dias, o régio presente viajou da costa oeste dos EUA ao Vale do Paraibuna, deixando o destinatário boquiaberto e agradecido.

Como boquiaberto ficou o mesmíssimo cidadão ao receber mensagem natalina de um amigo mineiro hoje residente em Uppsala. No Google, todo brasileiro que não é doutor em Geografia descobre que Uppsala fica na Suécia. Aprende ainda que Uppsala, cidade com 190 mil habitantes, tem uma universidade, Uppsala Universitet em sueco, fundada em 1477, 23 anos antes do descobrimento do Brasil.

Quinze professores ou cidadãos relacionados com a Universitet receberam o Prêmio Nobel.  Instituição que teve como professor de Medicina e Botânica, a partir de 1741, ninguém menos que Carl Nilsson Linnaeus, o pai da taxonomia moderna. Dos seus 6.000 funcionários, 3.000 são professores e o mineiro meu amigo é duas vezes pós-doutor.

A biblioteca da Universitet tem mais de 5 milhões de volumes em 131.293 metros lineares de prateleiras. Fica o registro enquanto lá vou degustando o primeiro dos dominicanos comprados em Oregon por outro mineiro pós-doutor.

 

Algoritmo – Sequência finita de regras, raciocínios ou operações que, aplicada a um número finito de dados, permite solucionar classes semelhantes de problemas, algoritmo é um negócio que já passei da idade de entender.

Suponho que programas sobre feminismo, como aquele que tentei assistir na GloboNews reunindo três senhoras incomíveis, sejam algorítmicos. Televisão é veículo compromissado com a estética. Mulheres muito feias não devem sair da área em que ficam o tanque e o ferro de engomar.

Automedonte, Madame Figaro e Ecleidira

Automedonte – Aposto que você não conhece o substantivo masculino automedonte, em nosso idioma desde 1871, “indivíduo que dirige carro com perícia”, do grego automédon,ontos, “cocheiro do carro de Aquiles”.

Redescobri o substantivo num texto meu, que nem sei onde foi publicado há muitos anos, relacionado com o espanhol “todavía”, de “toda y vía”, que tem um porrilhão de significados no idioma de Cervantes.

Durante mais de meio século fui automedonte. Nos primeiros tempos não havia cinto de segurança, hoje obrigatório. Millôr Fernandes tem sido acusado de condenar o cinto de segurança, mas há situações que recomendam sua retirada.

Durante anos tive fazendola às margens de imensa represa hidrelétrica, 16 quilômetros de estrada horrível beirando o lago. Na temporada de chuvas os carros atolavam no leito da estrada, como também podiam atolar ao pé do barranco ou mergulhar nas águas lindantes.

Se lindeiro é limítrofe, contíguo, achei que lindeira seria contígua, vizinha, mas significa “ornato na ombreira da porta, verga superior da porta ou janela etc.”. Daí o adjetivo de dois gêneros lindante, que pintou no pedaço.

Sempre que tomei aquela “estrada” recomendei aos passageiros do Opalão que soltassem os cintos. Automedonte também no barro, atolei poucas vezes, sempre no meio do lamaçal ou no canto do barranco, mas nunca se sabe. Não muito longe da fazendola, estrada de asfalto, quatro rapazes morreram quando seu carro derrapou e caiu com as rodas para cima numa poça que não tinha um metro de fundura. Mortes atribuídas aos cintos de segurança.

 

Madame Figaro – L’univers féminin du Figaro: toutes les tendances, mode, beauté, people, bijoux, déco, deisgn, recettes, mariage, enfants, cuisine…

Como deu para perceber, é a revista do jornal  Le Figaro, publicado em Paris, propriedade do Grupo Dassault. É também o apelido de um(a) jornalista brasileiro(a), expoente do orgulho gay, que tem dois e-mails: o do jornal em que trabalha e o particular, através do qual você pode enviar as notas de poucas palavras que deseja ver publicadas, mediante pagamento de R$ 3.500,00, pouco mais de mil dólares, sem direito a recibo.

No universo das notas plantadas contra pagamento, convenhamos em que o preço é razoável. Longa vida a Madame Figaro, que precisa sustentar seus garotos de programa.

 

Ecleidira – Descendente de portugueses, índios e negros, Ecleidira Maria Fonseca Paes nasceu em junho de 1969 na cidade de Abaetetuba, PA.

Tupinólogos esclarecem que Abaetetuba significa “ajuntamento de homens verdadeiros”, de abá (homem), eté (verdadeiro) e tuba (oriundo de tyba “ajuntamento”). A abaetubense Ecleidira, atriz e apresentadora, é conhecida como Dira Paes e deitou falação através do programa Estúdio i, dia 29 de dezembro, em defesa dos índios que estariam sendo massacrados e seriam essenciais na preservação do meio ambiente.

Realmente, sem tratores de esteiras e motosserras, sem machados e facões, os primeiros índios que alcançaram este país grande e bobo não tinham condições de causar grande estrago ambiental.

Paleantropólogos, arqueólogos e outros ólogos divergem quanto ao número de anos que os silvícolas zanzam por aí, ora falando em 11 mil anos via Estreito de Bering, ora falando em 100 mil anos via Oceano Atlântico diretamente da África recorrendo à canoagem, como também através do Pacífico numa espécie de jangada.

Ficou faltando uma hipótese, que avento: a transferência da África para a América em óvnis que tenham pousado por aí há milhares de anos. Depois dos vídeos recentemente divulgados pela BBC de jatos americanos voando ao lado de um óvni, com os pilotos filmando e comentando, ficou difícil deixar de acreditar em discos-voadores.

Aliás, com o nascimento de Pabllo Vittar no Maranhão, registrado como Phabullo Rodrigues da Silva, a ciência constatou que tudo na vida é possível.

Balanço, Antiguidades, Nomes e Fogo greguês

Balanço – O final de ano suscitou exame escrupuloso, análise dos fatos que caracterizaram o período. Os Estados Unidos viveram o ano dos assédios sexuais, dezenas de cavalheiros famosos perderam seus empregos acusados de assediar subordinadas, ou subordinados, como se fosse crime tentar comer uma coleguinha gostosa ou grande novidade cobiçar um coleguinha que leva jeito.

Assédio que felizmente ainda não chegou ao Brasil, poupando a demissão de muitos cidadãos poderosos que certamente assediaram a ministra Luislinda Valois, ex-PSDB.

Em contrapartida, o Grupo Gllobo aviadou-se de cabo a rabo, além de abjurar, em editorial vergonhoso, sua atuação política em 1964 e anos subsequentes.

Roberto Irineu veio com aquela conversa de 70 anos, como se tivesse feito alguma coisa, salvo engordar feito um porco, depois que trocou a mulher por uma irmã de caridade.

É o princípio do fim, que já acabou com organizações maiores e mais importantes, como o Império Romano. Abraçado a Pabllo Vittar, que não tem culpa de ter nascido Pabllo Vittar, o Grupo Gllobo chafurda na canalhice em que se meteu sponte sua, isto é, por sua própria iniciativa.

 

Antiguidades – Objetos antigos, de valor arqueológico, são cobiçados pelos melhores museus. Pena que os cavalheiros pós-idosos não valham um traque.

 

Nomes – Chama-se Bruno Aielo Macacari e tem 27 aninhos o meritíssimo juiz substituto da 1ª Vara de Entorpecentes em Brasília, DF. Nascido em Barra Bonita, SP, é filho de um advogado e uma professora. Contudo, o mesmo Google informa que o Dr. Macacari é juiz da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal. Têm sido dele, Dr. Macacari, as providências relacionadas com a prisão do deputado Paulo Salim Maluf na Papuda, em Brasília.

Barra Bonita é município próximo de Jaú. Abundam Macacaris em Jaú e Barra Bonita. Sobrenome original, posto que não soe bem no Brasil.

No Peru, o presidente Pedro Pablo Kuczynski indultou o ex-presidente Alberto Fujimori alegando que, aos 79 anos, Fujimori sofre de doença irreversível. Apelidado PPK, sem alusão à famosa pistola Walther PPF, utilizada por James Bond no filme “007 Contra o Satânico Dr. No”, o presidente Kuczynski é amigo do óbvio. A partir do dia em que nasce, toda pessoa é portadora de doença irreversível de resultado mais que previsível.

 

Fogo greguês – Inventado por monges bizantinos no século XI, o fogo greguês ou fogo grego é dotado de propriedade inflamatória quando em contato com a água.

Já o fogo feniano é composição incendiária em que uma solução de fósforo em sulfeto de carbono se inflama pela evaporação do solvente. Não deve ser confundido com o fogo peniano, que Houaiss se esqueceu de listar, fogo que entusiasma o bráulio nos grandes momentos da nacionalidade e da cidadania.

Assunto que veio à balha depois dos fogos de artifício espocados pela passagem do ano. Detesto foguetes barulhentos, mas admiro de longe os fogos de artifício, dispositivos pirotécnicos cuja combustão produz um efeito luminoso e colorido.

Morando em Itaipava, vizinho de fazendas de gente muito rica, assisti aos preparativos do espocar dos fogos pelo casamento da neta de um fazendeiro, industrial e banqueiro.

Uma semana antes da festa, o funcionário da indústria de Fogos Adrianino lá esteve para localizar o ponto do lançamento e fazer testes com os fogos do tipo daqueles que espocariam no dia do casório. Festa inenarrável. Uma lata de quilo de caviar Beluga no centro de cada mesa para 12 pessoas. Nunca bebi tanto champanhe numa só noite e acabei comendo caviar em colher de sopa, que a lata restava quase intacta no final da noite. Caviar só em blinis, panquecas russas; às colheradas soa e desce mal.

Como também acabou mal o casamento, que só durou seis meses.

Judiciário, Crefisa, Notícia e Réveillon

Judiciário – Públicas ou privadas, as coisas devem respeitar certa lógica. Exempli gratia: o segundo ano de um curso deve ficar depois do primeiro e antes do terceiro. O quarto pavimento de um edifício fica entre o terceiro e o quinto. Fora daí, o quadro propende para a palhaçada que temos visto no Judiciário.

A começar pela escolha dos ministros do Supremo por um presidente analfabeto, ad referendum de um Senado majoritariamente trambiqueiro em que circulam, como padrinhos dos indicados, Joesley Batista, seu irmão e sua equipe.

Entonces, como dizem os espanhóis, llavors em catalão, ministros e ministras, eventualmente escolhidos por presidente alfabetizado, mas referendados pelo mesmo Senado, retiram as tornozeleiras de ex-governadoras. Realmente, em decúbito dorsal recebendo a visita de seus companheiros e senhores, uma tornozeleira pode incomodar o lombo do galã prejudicando o ato.

Veja o claro e preclaro leitor que não me referi a “maridos e senhores”, mas a “companheiros e senhores” para abranger os casos em que os parceiros pertencem aos nossos gloriosos corpos de bombeiros, que combatem os fogos de variada natureza inclusivamente os sexuais.

Ruy Castro, trêfego e peralta, matou a charada fluminense em texto recente: “Desde 1970, o Rio teve a infelicidade de ser dominado por duas máquinas de poder, o chaguismo (de Chagas Freitas, 1914-1991) e o brizolismo (de Leonel Brizola, 1922-2004). Com ou sem os titulares, essas facções, fortemente enraizadas a bandidos de todo tipo, revezaram-se no comando da cidade e do Estado. Todos os governadores e prefeitos eleitos aqui nesse período saíram de uma ou de outra.

Mas ninguém nos alertou para a fusão entre elas sob Sérgio Cabral. Oriundo tanto do chaguismo quanto do brizolismo, ele formou com Executivo, Legislativo e Judiciário locais, dirigentes de estatais, burocratas de vários níveis e empresários de confiança um aglomerado maciço de corrupção, de modo a não vazar nada, nada, nada.

Esse desastre talvez até pudesse ser previsto. Mas não suas dimensões”.

Enquanto ao mais, convenhamos em que a locução adverbial exempli gratia, que significa “por exemplo”, pegou bem à beça e à bessa.

 

Crefisa – Enturmada no Grupo Globo, anunciante no Jornal Nacional, a Crefisa é uma arapuca financeira fundada em 1964 por José Roberto Lamacchia, hoje presidida pela senhora Leila Mejdalani Pereira, nascida há 53 anos em Cabo Frio, RJ, casada com José Roberto, 21 anos mais velho.

Trabalhando com os tais “juros de mercado”, a Crefisa é hoje uma potência, montou a FAM, Faculdade das Américas, além de patrocinar o Palmeiras, clube do futebol paulista.

Claro que o Grupo Globo não dá um pio sobre a Crefisa, esculhambação que ficou a cargo da Rede Band em reportagem várias vezes reprisada, depoimentos do pessoal do PROCON etc.

Um único aspecto positivo na mixórdia FAM-Crefisa: Leila Mejdalani Pereira adora ópera e conta que já viu La Traviata 500 vezes sempre chorando muito.

Ópera em quatro cenas (três ou quatro atos) de Giuseppe Verdi, libreto de Francesco Maria Piave, baseada no romance “A Dama das Camélias”, de Alexandre Dumas Filho, La Traviata estreou dia 6 de março de 1853 no Teatro La Fenice, o principal teatro lírico de Veneza. Diz a Wikipédia que La Traviata, em sentido figurado, significa “a mulher caída”.

Os milhões de explorados pela Crefisa não estão caídos, mas phodiddos com ph de pharmácia e dois dês de Toddy.

 

Notícia – 2017 terminou com a palpitante notícia veiculada pelo provedor Terra: “Pabllo Vittar planeja passar réveillon sem calcinha: ‘Esconder menino com fita’. Destaque no primeiro dia do Festival da Virada de Salvador, a cantora vai se inspirar em Anitta na superstição da virada”.

 

Réveillon – Wesley Safadão passou o réveillon cantando em Fortaleza, enquanto Wesley Safadíssimo e seu irmão Joesley passaram na cadeia. Longa vida ao safadão, longa pena aos safadíssimos.